Bem vindo a esse pedacinho de mim
texto muito bom do Henrique Szklo...
Para mim não resta a menor dúvida: Deus trabalhava como free-lancer para uma agência de propaganda e criou o mundo por pura necessidade ou por simples obrigação profissional. A troca de fax entre os dois deve ter sido mais ou menos assim:
De: Agência
Para: Deus
Favor criar um mundo.
De: Deus
Para: Agência
Informações insuficientes. Solicito briefing mais detalhado.
Agência
O cliente solicitou que o mundo fosse redondo, colorido, que fosse claro durante o dia e escuro pela noite. Pediu muita água nos rios e mares e nenhuma nos desertos. Quer que no verão faça calor e frio no inverno. Quer plantas que cresçam na terra e animais que respirem. Montanhas altas, depressões baixas e planícies planas. O cliente não quer acontecendo ao mesmo tempo chuva e sol, a não ser por ocasião de casamento de espanhol. Ele pretende fazer uma inserção deste mundo no sistema solar e deixá-lo rodando lá por tempo indeterminado. Provavelmente até o próximo “boom”. P.S.: Fizemos o possível para demovê-lo da idéia, mas ele bateu o pé: quer também que tenha gente no mundo.
Deus
Ah, essa não! Como é que Eu vou trabalhar deste jeito? Não vai caber tudo isso. É muita informação para um mundo só. O ideal é fazer um mundo e uma lua para dividir as informações. Além do mais, gente no mundo Nós sabemos que não dá certo. Nós podemos deixar as pessoas na lua e para o mundo a Gente retoma aquela Nossa idéia dos Incas Venusianos.
Agência
O cliente aceita a lua, mas só para enfeitar, controlar marés, orientar cortes de cabelo e fazer agendas. Todo o resto ele continua querendo ver dentro do mundo. Inclusive gente.
Deus
Já estou vendo que este cliente é do tipo buraco negro. Absorve toda a luz que passa por ele.
Agência
Também não é assim. É que ele nunca fez um mundo antes. Ele não tem idéia de como toda essa coisa funciona. A gente peita, mas até um certo limite. Se ele quer por gente no mundo, é problema dele. Ele está pagando e acha que o ser humano pode dar certo. O que é que se vai fazer?
Deus
Tá bom, tá bom! Eu faço o trabalho. Estou cheio de conta pra pagar e não posso me dar ao luxo de dispensar nenhum trabalho.
Agência
Ah, graças a Você!
Deus
Mas qual é o prazo?
Agência
É, este é outro problema. O prazo está estourado. Você só tem 7 dias para criar o mundo.
Deus
Impossível! Não dá! Isso aqui não é linha de produção de planetas. Eu preciso de mais prazo. Em 7 dias ninguém consegue fazer um mundo decente.
Agência
A questão é que se não estiver pronto daqui há uma semana o cliente vai perder o espaço. Infelizmente não há outra alternativa. Precisamos faturar. Deixe para ganhar o Globo de Ouro em outros trabalhos. Pode deixar que mais pra frente Você vai poder criar um mundo melhor.
Deus
Isso é um absurdo! Um mundo não se cria assim, como quem apaga uma estrela. É um processo delicado, que exige tempo e maturação. Ou a Gente faz como tem que ser feito ou este mundo está perdido.
Agência
Você está exagerando. É só um mundo. Coisa besta. Se fosse um sistema solar, uma galáxia, vá lá, a gente podia caprichar mais. Mas um mundinho sem-vergonha deste? É querer gastar energia demais numa poeira cósmica.
Deus
Bem, lavo as Minhas mãos. Mas quero deixar registrado aqui o Meu protesto. E é bom que não se esqueça mais para frente, que se alguma coisa der errado foi porque, desde o princípio, era o caos. Até Eu duvido que vá sair alguma coisa boa disto.
Agência
Você me livre, vira Essa boca pra lá. Se Você quiser, vai dar tudo certo. Aliás estamos tão confiantes que resolvemos fazer um making off escrito. Você sabe, um livro contando como tudo começou e etc. E é bom Você caprichar, já que vai ficar com todos os créditos. E não esqueça, hein? Você só tem 7 dias.
Deus
Olha, pra ser franco, esse cliente não merece coisa melhor. Vou matar esse trabalho rapidinho e tirar da frente. Em 6 dias Eu crio o mundo e ainda vou ter um dia pra descansar.
Agência
Você é que sabe. Ah, mais uma coisa. Será que já não é bom a gente ir pensando na campanha de manutenção?
Deus
Nem quero pensar nisso agora. Se precisar, depois Eu mando Meu filho lá para dar uma olhada.
Henrique Szklo, o Carneiro, é redator publicitário e acredita em Deus. Mas a recíproca não é verdadeira.
A lógica de Einstein
Conta certa lenda, que estavam duas crianças patinando
num lago congelado.Era
uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam
despreocupadas.De repente, o
gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na
fenda que se formou. A
outra, vendo seu amiguinho preso, e se congelando,
tirou um dos patins e
começou a golpear o gelo com todas as suas forças,
conseguindo por fim,quebrá-
lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia
acontecido, perguntaram ao
menino:
- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que
tenha conseguido quebrar o
gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local,
comentou:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como?
- É simples: - respondeu o velho.
- Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não
seria capaz.
(Albert Einstein)
Empresa lança namorada virtual para telefones celulares.
Uma empresa de Hong Kong apresentou nesta segunda-feira um novo passatempo para solitários donos de telefones celulares de última geração: uma "namorada" que, apesar de virtual, não dispensa carinhos e presentes.
A "Electronic Love Interest", da companhia Artificial Life, terá a forma de uma figura animada numa tela de celular. Mas como uma namorada de carne e osso, ela exige muita atenção e até mesmo flores e diamantes virtuais.
Os presentes farão com que a "relação" avance e, apesar de ser um game, os usuários terão de pagar pelos presentes.
Quem for cliente do serviço poderá enviar mensagens de texto à companheira virtual, que lhe responderá por voz, explicou Ada Fong, porta-voz da companhia.
"Se não for mimada, ficará triste e deixará de falar", avisou, alertando que a namorada não admite "interações de natureza sexual" e se destina a usuários de "todas as idades".
A companhia espera lançar no princípio do próximo ano um "namorado virtual", o equivalente masculino do jogo. O conceito é semelhante ao do popular Tamagotchi, da empresa japonesa Bandai, disse a porta-voz.
A Artificial Life espera lançar o serviço em inglês, japonês e coreano até o fim de novembro. Por enquanto, nenhuma operadora de telefonia celular de terceira geração (3G) licenciou o produto para oferecê-lo a seus clientes.
Fonte: Folha Online
O DIA ONLIne
DICAS
É possível ?enganar? o cadastro do Fotolog
Gabriel Torres
O site Fotolog.net virou uma febre entre os usuários brasileiros. A quantidade de fotologs do Brasil é tão grande (226 mil do total de 509 mil fotologs hospedados) que os administradores do Folog.net resolveram limitar a criação de novos. Só liberam 800 usuários de cada país por dia. A contagem de novos cadastros é feita diariamente a partir da meia-noite no horário da costa leste dos Estados Unidos - ou duas da manhã no horário de Brasília. Teoricamente, para conseguir criar um novo fotolog você precisa se conectar no Fotolog.net às duas da manhã e rezar para centenas de pessoas não estejam fazendo o mesmo.
O problema é que o limite de 800 usuários por dia é muito baixo para o Brasil. Em questão de segundos, a cota diária é preenchida.
O que pouca gente sabe é que há uma maneira de tapear o site Fotolog.net para que os brasileiros consigam criar um novo fotolog a hora que quiserem, mesmo estando no Brasil. Para entender como isso é feito, precisamos antes explicar como o Fotolog.net faz para saber que você está no Brasil.
Quando você está conectado na Internet, seu micro tem um endereço único, chamado endereço IP. O primeiro número desse endereço codifica o país. Todos os endereços IP do Brasil começam com 200 ou com 201. Assim, quando o site vê que o endereço começa com um desses valores, sabe que o usuário vem do Brasil.
A solução é fazer com que você navegue com um endereço IP diferente do brasileiro, fazendo com que o seu computador se conecte a servidor fora do Brasil antes de acessar o site Fotolog.net. Assim, o serviço pensará que o seu endereço IP é o desse servidor, que tem um endereço IP de outro país. Esta técnica é chamada proxy.
Na Internet existem diversos servidores proxy. O problema é que o pessoal do Fotolog.net não é bobo e também limita os números de cadastros vindos de servidores proxy anônimos, dos quais não pode determinar a nacionalidade. A solução é o uso de um servidor proxy chamado "high anonymity". Nós testamos aqui com dois servidores desse tipo (um no Canadá e outro na Rússia) e funcionou redondo: o Fotolog.net achou que estávamos vindo do país onde o servidor estava instalado, permitindo a criação do nosso próprio fotolog.
Para fazer isso, vá em http://www.publicproxyservers.com/index.html, clique em proxy list, escolha um servidor do tipo "high anonymity" que não seja do Brasil e anote o endereço IP e a porta. Não escolha um servidor do tipo "anonymous" nem "transparent" porque eles não conseguem tapear o Fotolog.net.
Em seguida, no seu Internet Explorer, clique em Ferramentas, Opções da Internet, guia Conexões, caixa Configurações da LAN, marque a caixa existente no campo Servidor proxy e, nos campos Endereço e Porta entre ocom s valores que você anotou. Clique em Ok. Pronto. Abra o endereço http://my.fotolog.net/register e crie o seu fotolog! Caso o país que você está usando tenha estourado a cota diária, ecolha um servidor proxy de outro país!
Após ter criado o seu fotolog, desabilite o servidor proxy no Internet Explorer (basta desmarcar a opção do campo Servidor proxy), para que a conexão não fique lenta.


| Gostei da ideía, repasso. Como seria com os brasileiros???? Você teria coragem???? | |
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| Abraçar estranhos é nova onda entre solteiros de Nova York | |
| Por Herbert Lash NOVA YORK (Reuters) - Não se trata de sexo, e sim da experiência sensorial e afetiva de aconchegar-se a estranhos, todos vestindo pijama. São eventos conhecidos como "cuddle parties" -- algo como "festas do aconchego" --, e desde que começaram a acontecer em Nova York, em fevereiro, centenas de pessoas já pagaram 30 dólares cada para tocar e abraçar outras pessoas em reuniões íntimas. Todo o mundo precisa de um cafuné e um abraço, especialmente na solitária Nova York, dizem Reid Mihalko e Marcia Baczynski, os criadores do novo conceito, para os quais trata-se de uma boa maneira de encontrar pessoas novas e interessantes. Mas as regras são claras: ninguém pode tirar o pijama, e os participantes não podem esquecer-se da regra número 7: "Nada de esfrega-esfrega erótico." Um sino é mantido à mão para o caso de o clima ficar sensual demais. Antes de a sessão de carinhos começar, o sino é tocado várias vezes para que todos entendam a mensagem. "Nunca tivemos que usar o sino", diz Mihalko, contando que, entretanto, às vezes acontece de participantes ficarem sexualmente excitados. Para ele, as pessoas não devem se assustar nem se excitar se surgir uma ereção. "Isso acontece", explica. A idéia das "cuddle parties" surgiu quando Mihalko, que trabalha há 14 anos como massagista, começou a fazer massagem em colegas de profissão, que nunca têm a chance de receber uma massagem. Para Mihalko, ficou claro que as pessoas precisam ser tocadas quando ele viu uma mulher chorando depois do alívio emocional proporcionado por uma massagem realizada num estande ao ar livre no centro de Manhattan. "Começou como brincadeira", contou Baczynski. "Agora falamos sobre aconchego o tempo todo. É espantoso." CARINHO E COMUNICAÇÃO A curiosidade é um dos principais motivos que levam as pessoas às "cuddle parties", e também a idéia de que elas são uma maneira melhor de conhecer pessoas do que ir a um bar, embriagar-se e passar a noite com alguém apenas por carência afetiva, disse Baczynski. Para os organizadores, as "cuddle parties" são momentos de comunicação, não de terapia. As reuniões começam com os participantes formando um círculo para ouvir as regras e fazer perguntas. A primeira regra é que ninguém pode tirar o pijama e que o sexo não é permitido. Os participantes começam por abraçar três pessoas. Em seguida, formam um círculo, ficam de quatro, esfregam os ombros uns nos outros e mugem como vacas. Depois de se movimentarem para os lados, as pessoas se deitam de lado, numa posição ótima para o aconchego com outras. As "cuddle parties" são feitas para pessoas emocionalmente sadias. Pessoas que fazem terapia e mantêm consultas com profissionais de saúde mental devem consultar o médico antes de participar de uma dessas festas e devem informar os organizadores de sua situação. Num domingo recente, uma "cuddle party" atraiu principalmente solteiros na casa dos 30 anos, além de algumas pessoas mais velhas. Uma mulher que já esteve em várias reuniões desse tipo disse que acha bom se aconchegar a outra pessoa, mesmo uma estranha, após uma semana de trabalho frenético. "Me senti bem. Tive uma semana muito estressante", disse. Um homem chamado Dwayne H., que se descreveu como introvertido, disse achar que as "cuddle parties" o ajudariam a relaxar diante de estranhos e a expressar seus sentimentos. "Tenho um problema grande em demonstrar minhas emoções", explicou. | |
| 10/08/04 10:03 | ( Fonte: Reuters |

Andando pela internet descobri essa novidade no "Bravanet" e com já sou cadastrada, resolvi testar. Agora eu escrevo um jornal. Gostou?????